24/02/2017 11h07min - Geral
6 anos atrás

Farmácias podem ser autorizadas a comprar e aplicar vacinas em MS

Intenção é oferecer mais uma opção à população, além da rede pública e clínicas particulares

Divulgação ► Projeto permite que farmácias possam aplicar vacinas em MS

Odilo Balta / jornalcorreiodosul@terra.com.br
Fonte: Campo Grande News


Para aumentar a oferta à população, um projeto apresentado pelo deputado Rinaldo Modesto (PSDB), quer autorizar as farmácias a comprar e aplicar vacinas, em Mato Grosso do Sul. O autor justifica que existe uma procura intensa por estes produtos tanto na rede pública e nas clínicas particulares de saúde. “Com o aumento da procura por vacinas, durante períodos de surtos de febre amarela e H1N1, ocorre o esgotamento do estoque nas redes públicas e clínicas particulares, o que alastra preocupação e insegurança", destacou Rinaldo. A intenção é credenciar as redes de farmácias para disponibilizar estes produtos, em suas unidades. Além das vacinas, o projeto ainda prevê a realização de testes, utilizando equipamentos ou dispositivos, assim como aconselhamento em relação a problemas de saúde e revisão na utilização dos medicamentos. Estas unidades precisam dispor de uma sala de atendimento individual, tendo como requisitos, o mínimo de três metros quadrados - para oferecer o serviço - assim como informar aos órgãos competentes de saúde, no âmbito municipal ou estadual, quais doses de vacinas serão aplicadas durante o mês. O jurídico do Conselho Estadual de Farmácia explicou que estas atribuições já estão previstas pelo CFF (Conselho Federal de Farmácia), mas a questão não está extremamente clara, na avaliação de órgãos externos, como a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Para evitar interpretações diferentes, a intenção é ter uma lei estadual sobre o assunto. O projeto foi encaminhado para as comissões permanentes da Assembleia, para depois ser avaliado pelos deputados, em plenário. Caso seja aprovado, ainda segue para o crivo do governador Reinaldo Azambuja (PSDB), que pode sancionar ou vetar a proposta. CampoGrandeNews