07/12/2017 08h46min - Política
5 anos atrás

Líderes apostam na pulverização de candidatos a governador em 2018

Eleições 2018

Valdenir Rezende ► ELEIÇÕES EM MSLíderes apostam na pulverização de candidatos a governador em 2018Antes da virada do ano, já são quatro postulantes definidos 7 DEZ 2017Por DA REDAÇÃO06h:30 Azambuja ainda não definiu se disputará a reeleição.

Odilo Balta / jornalcorreiodosul@terra.com.br
Fonte: Assessoria de Comunicação


A eleição do ano que vem promete ser pulverizada assim como a de 2016, quando 15 candidatos concorreram ao cargo de prefeito de Campo Grande. O número foi recorde na cidade e deve ser também no Estado. A estimativa foi feita pelos deputados estaduais, que consideraram alta a quantidade de quatro pré-candidatos à sucessão estadual antes da virada do ano. “Tem que ter muito mesmo. A sociedade brasileira não é muito participativa na política. Com a pulverização, acho que a população participa mais”, declarou o deputado estadual George Takimoto (PDT). Até o momento, devem concorrer à disputa eleitoral o ex-juiz federal Odilon de Oliveira (PDT), o empresário Cláudio Sertão (Podemos), o ex-prefeito de Mundo Novo Humberto Amaducci (PT) e o advogado João Alfredo (PSOL). Partidos como PMDB e PSDB já possuem projetos eleitorais, mas ainda não há nada definido. A expectativa dos tucanos é de que o governador Reinaldo Azambuja concorra à reeleição. A decisão dele deve acontecer depois do Carnaval. No caso dos peemedebistas, ainda há esperança de que o ex-governador André Puccinelli aceite o desafio de disputar o comando do Estado. Mas, se ele não for candidato, a opção é o prefeito de Costa Rica, Waldeli dos Santos Rosa. Ainda não definiram, mas também devem lançar candidatos, partidos nanicos como o PSTU, que em quase todas as eleições têm como cabeça de chapa o servidor público Suél Ferranti. Para o deputado estadual Maurício Picarelli (PSDB), a pulverização é algo democrático. “Acho isso bom. Os partidos pequenos servem para ser coadjuvantes dos grandes." CorreiodoEstado