25/04/2017 13h07min - Política
6 anos atrás

Onevan questiona paralisação de obras de duplicação da BR-163


Fernando Ortega ► Deputado Onevan de Matos questiona paralisação da duplicação da BR-163.

Odilo Balta / jornalcorreiodosul@terra.com.br
Fonte: Assessoria de Comunicação


O vice-presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, deputado estadual Onevan de Matos (PSDB), ocupou a tribuna do Parlamento para questionar o não cumprimento do contrato licitatório e a paralisação das obras de duplicação da BR-163 pela empresa "CCR MS Vias". Suspensão de Pedágios Onevan de Matos fez um histórico sobre o processo de concessão da BR-163 no Estado, bem como as responsabilidades da empresa em duplicar os 845,2 quilômetros da rodovia, que atravessa todo o Mato Grosso do Sul – entre os municípios de Mundo Novo e Sonora. "Não vamos ficar calados diante desta postura irresponsável que a empresa CCR MS Vias está impondo à população sul-mato-grossense. O mínimo que se espera, enquanto as obras estiverem paralisadas, é a imediata suspensão da cobrança de pedágios", requereu o deputado estadual. Demissão Outro ponto atacado pelo deputado estadual Onevan de Matos em sua manifestação é a demissão dos mais de 2 (dois) mil trabalhadores que atuavam nos canteiros de obras da empresa e que estarão desamparados. "Temos um grave problema de infraestrutura e de não cumprimento de contrato de licitação, todavia, não podemos esquecer dos mais de 2 (mil) pais de família que estarão desempregados e amargarão severas dificuldades em razão da irresponsabilidade desta empresa", complementou Onevan. Paralisação A CCR MS Vias, empresa que venceu o processo licitatório para a concessão da BR-163 (Mato Grosso do Sul) por 30 (trinta) anos, anunciou na semana passada a paralisação das obras de duplicação da rodovia, supostamente em razão da crise nacional e da arrecadação de pedágios inferior à previsão inicial. A empresa já anunciou que buscará rever o contrato de concessão firmado com o Governo Federal, incluindo a obtenção de maior prazo para a duplicação da rodovia (dos atuais 5 anos para os 30 anos de duração da concessão pública). "Faz quase 3 anos que a rodovia foi concedida à empresa, que só duplicou pouco mais de 100 quilômetros, entretanto, tem cobrado regularmente os pedágios. Não podemos aceitar esta situação. Os tempos mudaram e a população de Mato Grosso do Sul não permitirá esta postura da empresa", finalizou Onevan de Matos. Fernando Ortega – DRT/MS: 34 Assessor de Imprensa do Gabinete