02/06/2016 13h34min - Geral
6 anos atrás

Recorde de mortes é consequência de “desatenção” do município, diz Azambuja

Já são 32 mortes por gripe, 31 pelo vírus H1N1

BrunoHenrique ► Azambuja afirma que saúde básica precisa ter atenção

Odilo Balta / jornalcorreiodosul@terra.com.br
Fonte: Assessoria de Comunicação


A quantidade recorde de mortes causadas pelo vírus H1N1 neste ano é consequência da falta de atenção das prefeituras em relação aos atendimentos nos postos de saúde, essa é a avaliação do governador Reinaldo Azambuja (PSDB). Ontem, a Secretaria Estadual de Saúde (SES) divulgou que a gripe já matou 72 pessoas neste ano em Mato Grosso do Sul. Em agenda pública hoje, Azambuja disse que a política de vacinação é estabelecida pelo Governo Federal e organizada pelo Estado, no entanto, o problema estaria no atendimento deficitário na atenção básica de saúde, que é de responsabilidade das prefeituras. “A atenção básica, quando a pessoa procura o posto de saúde pela primeira vez, precisa de atenção especial, o primeiro tratamento é que precisa ser feito com qualidade”. O governador ainda ressaltou que em cidades como Naviraí houve treinamento das equipes e a incidência da gripe tem diminuído. NÚMEROS São, agora, 14 cidades que tiveram situações mais graves da doença. Com esse aumento, Mato Grosso do Sul tem o pior ano com registro de mortes desde 2009. Dois anos atrás, o Estado registrou 29 falecimentos, a pior estatística nesse período avaliado pela SES. Os municípios em alerta com o vírus são Aquidauana, Bataguassu, Campo Grande, Caarapó, Corumbá, Coxim, Douradina, Jardim, Juti, Ivinhema, Marac CorreiodoEstado