16/02/2017 08h53min - Política
6 anos atrás

Reinaldo pressiona Câmara e Senado para trazer R$ 100 milhões em repatriações

Ao lado de governadores de oito estados, Azambuja pede agilidade do Congresso na votação dos projetos de interesse para MS

Divulgação ► Governadores têm pressa na votação de projetos que significam mais dinheiro aos estados.

Odilo Balta / jornalcorreiodosul@terra.com.br
Fonte: Campo Grande News


Oito governadores, incluindo o de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB), decidiram nesta quarta-feira (15) pressionar o Congresso Nacional para agilizar a aprovação de projetos de lei que significam dinheiro para os estados enfrentarem a crise econômica. Entre eles está a matéria que trata da repatriação dos recursos mantidos no exterior; o regime especial para pagamento dos precatórios; a securitização da dívida e, ainda, a utilização dos depósitos judiciais nos Estados. Somente com a repatriação de recursos que estão no exterior, Mato Grosso do Sul calcula receber quase R$ 100 milhões - o que corresponde a 17% do prejuízo anual previsto com a perda da arredação do ICMS do gás. “São alternativas importantes para nosso Estado neste momento de crise”, avaliou Azambuja, durante a primeira reunião de 2017 do Fórum Permanente dos Governadores, esta manhã na residência oficial do governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB). Sobre o resultado do encontro, o tucano se mostra otimista: “a reunião do fórum foi muito positiva e avançou no sentido de buscarmos apoio dentro do Congresso para acelerar a apreciação na Câmara e no Senado”. O anfitrião, Rodrigo Rollemberg, engrossou o coro: “solicitaremos a inclusão das matérias na pauta do Congresso o quanto antes”, afirmou. Também participaram do evento quatro vice-governadores, totalizando 12 estados representados. Depois da reunião, os integrantes do Fórum aproveitaram o almoço com presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia, e líderes partidários, para reforçar o pedido de acelerar a apreciação e votação dessas matérias na Casa. Pela tarde, Azambuja reuniu-se também com o presidente do Senado, Eunício de Oliveira (PDB), cujo diálogo mirou a securitização da dívida – que permite aos entes da Federação ceder direitos creditórios originados de créditos tributários e não tributários. CampoGrandeNews